Páginas

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Descarte de lixo: história de amor entre garrafas de leite alerta a população!

A cada ano, o Reino Unido queima ou enterra cerca de £650 milhões em materiais que poderiam ser reciclados. Entretanto, a região teve uma melhora considerável em relação a anos anteriores. Para continuar com os bons resultados, a organização “Amigos da Terra” (no caso, “Friends of Earth”) criou o vídeo “Love Story in Milk“, que incentiva a população a dar destino correto aos resíduos sólidos. O vídeo, realizado em parceria com a Catsnake, já teve mais de 55 mil visualizações no youtube e tem sido bastante elogiado.

Veja o vídeo abaixo (em inglês):



Fonte: http://www.fujiro.com.br/blog/index.php/2011/05/descarte-de-lixo-historia-de-amor-entre-garrafas-de-leite-alerta-a-populacao/

Projetos viabilizam a utilização da biomassa na geração de energia elétrica






A utilização da biomassa para a produção de energia surge como alternativa para reduzir o consumo de recursos naturais e evitar os combustíveis fósseis, cuja queima resulta na emissão de gases poluentes no meio ambiente.

Esse será um dos temas discutidos durante o II Fórum de Inovação e Tecnologia, realizado pela Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig, de 30 de maio a 1º de junho. O encontro conta com a presença de profissionais e pesquisadores do setor elétrico, de universidades e da iniciativa privada.

Entre as pesquisas que serão apresentadas destaca-se a da geração de energia elétrica a partir da queima de gases do processo de carbonização da madeira usada para produção de carvão vegetal. O projeto é desenvolvido pela Cemig em parceria com a ArcelorMittal BioEnergia, que juntas investem R$ 8 milhões. O carvão é produzido a partir de florestas plantadas, que têm como objetivo específico a produção de carvão vegetal a ser utilizado pela indústria siderúrgica no Estado.

De acordo com o engenheiro de Alternativas Energéticas da CemigCláudio Homero Ferreira da Silva, esses gases, que atualmente são queimados e descartados na atmosfera, passam a produzir energia e: “a partir da reutilização de resíduos da biomassa no processo, evita-se o consumo de recursos naturais”, explica. Segundo o engenheiro, a geração de bioenergia, por ser uma solução local, faz parte de um modelo de geração distribuída, que é a base das redes inteligentes (smart grid), e, além disso, pode contribuir durante uma possível crise generalizada no setor.

Ainda de acordo com Cláudio Homero, o crescimento da matriz energética futura vai se dar por meio da energia eólica, solar e de biomassa, o que faz com que a Cemig esteja inserida num contexto de desenvolvimento sustentável.

Energia limpa

A Cemig coordena diversos projetos junto ao setor sucroalcooleiro, por meio da gestão da construção de novas linhas de transmissão e subestações, para conectar as usinas de açúcar e álcool ao sistema elétrico.

Essas iniciativas permitem que a energia gerada pela co-geração, que utiliza o bagaço de cana (resíduo da produção), seja injetada no sistema, aumentando a contribuição das fontes renováveis para a matriz energética nacional.

Além disso, por meio de uma iniciativa pioneira no Estado e a terceira do gênero no Brasil, a Cemig comercializa energia gerada por meio do biogás, composto por metano e gás carbônico, produzido pela decomposição de lixo de aterro sanitário.

Contratado pela Prefeitura de Belo Horizonte, o consórcio faz a exploração do gás no aterro sanitário da capital desativado em 2007. No local foi instalada a Estação de Aproveitamento de Biogás e uma usina termelétrica, que vai gerar energia utilizando 21 milhões de toneladas de lixo, acumuladas ao longo de 20 anos de operação.

Empresa de turismo investe na sustentabilidade como diferencial

EcoAção propõe o turismo ecológico e sustentável em Brotas
Por Gisele Eberspächer às 17h55 de 01/06/2011

A EcoAção – Agência de Turismo de Aventura e Natureza de Brotas oferece opções de turismo ecológico região. A agência, porém, tem outra preocupação: ser sustentável em todas as suas ações no meio ambiente.

turismo copo 259x300 Empresa de turismo investe na sustentabilidade como diferencial

Copo reutilizável utilizado nos passeios. (Foto: Divulgação)

Um exemplo é a troca de copos descartáveis por copos reutilizáveis. Agora, a empresa deixou de usar 30.000 unidades das embalagens plásticas por ano para servir bebidas após os passeios de rafting. Mesmo cuidando da higienização dos copos, a mudança vale a pena pela ajuda ao meio ambiente.

Outras ações realizadas é a instalação de escadas para embarque e desembarque na margem dos rios, para causar o mínimo possível de impacto na região, não permitir o uso de objetos ou alimentos que possam ser descartados na natureza e não ultrapassar o limite de visitantes estabelecido. Além disso, ações com estudantes permitem o plantio de mudas na beira do rio assim como a limpeza das margens, principalmente após grandes chuvas que podem poluir o local.

“Os clientes ficam encantados com essas preocupações e a EcoAção entende que está fazendo a diferença na proteção do meio ambiente”, explica Giovana Guedes, diretora comercial da empresa.

Os pacotes de viagem custam a partir de R$ 410 por pessoa, com atividades como rafting já previstas no roteiro. Para mais informações, acesse o site.

turismo rafting 1024x768 Empresa de turismo investe na sustentabilidade como diferencial

Fonte:
http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/06/01/empresa-de-turismo-investe-na-sustentabilidade-como-diferencial/

A Iniciativa Verde ultrapassa a marca de 1.000 Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa

A Iniciativa Verde iniciou seus trabalhos em 2005 com a compensação de gases de efeito estufa. Para compensar uma emissão é necessário primeiro quantificá-la e esta contabilização é realizada por meio do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).

O inventário de emissões é uma espécie de raio-X de uma empresa, grupo de empresas, setor econômico, cidade, estado ou país. O intuito deste diagnóstico é determinar as fontes de emissão de gases de efeito estufa destas atividades e quantificá-las.

A principal metodologia utilizada no mundo para a execução de inventários corporativos é o GHG Protocol. Este protocolo começou a ser desenvolvido em 1998 pelo World Resources Institute (WRI) em parceria com o World Business Council for Sustainable Development(WBSCD).

Durante o ano de 2007, o WRI e a FGV submeteram um projeto ao Governo Britânico, com o objetivo de instalar o Programa GHG Protocol no Brasil. A ideia era estabelecer uma cultura de inventários corporativos no país, por meio da transferência gratuita da metodologia e do know-how para o cálculo de emissões. Os primeiros passos do programa brasileiro, ao longo de 2007, foram a realização de um seminário e um workshop a respeito do GHG Protocol, para apresentar a metodologia a empresas interessadas em elaborar inventários de GEE relacionados a seus processos produtivos. Como a Iniciativa Verde já utilizava a metodologia desde 2005, participou ativamente do processo de nacionalização da metodologia. Hoje a Iniciativa Verde atua em parceria direta com a FGV no aperfeiçoamento e desenvolvimento da metodologia.

Este mês, a Iniciativa Verde ultrapassou a marca de 1.000 inventários realizados desde sua fundação. Os especialistas no assunto podem estranhar este número, pois inventários de grandes empresas levam meses para ficar prontos. Entretanto, o objetivo da instituição é levar esta prática não só a grandes empresas, mas também a médias e pequenas empresas. Ao longo de nossa história, já realizamos desde inventários de empresas com apenas dois funcionários até empresas com mais de dez mil colaboradores.

Em busca da excelência na realização dos inventários, nossa equipe de especialistas está sempre pesquisando os estudos mais recentes publicados no mundo sobre o assunto e caminhando para atingir a marca de 2000 inventários realizados!

Para maiores informações entre em contato pelo contato@iniciativaverde.org.br

Fonte: http://onginiciativaverde.wordpress.com/2011/06/01/a-iniciativa-verde-ultrapassa-a-marca-de-1-000-inventarios-de-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa/

Qual o impacto ambiental da instalação de uma hidrelétrica?

por Suzana Paquete


É um estrago e tanto. Na área que recebe o grande lago que serve de reservatório da hidrelétrica, a natureza se transforma...

O clima muda, espécies de peixes desaparecem, animais fogem para refúgios secos, árvores viram madeira podre debaixo da inundação... E isso fora o impacto social: milhares de pessoas deixam suas casas e têm de recomeçar sua vida do zero num outro lugar. No Brasil, 33 mil desabrigados estão nessa situação, e criaram até uma organização, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).


Pode parecer uma catástrofe, mas, comparando com outros tipos de geração de energia, a hidrelétrica até que não é ruim.


Quando consideramos os riscos ambientais, as usinas nucleares são mais perigosas. E, se pensarmos no clima global, as termoelétricas - que funcionam queimando gás ou carvão - são as piores, pois lançam gases na atmosfera que contribuem para o efeito estufa. A verdade é que não existe nenhuma forma de geração de energia 100% limpa. "Toda extração de energia da natureza traz algum impacto. Mesmo a energia eólica (que usa a força do vento), que até parece inofensiva, é problemática. Quem vive embaixo das enormes hélices que geram energia sofre com o barulho, a vibração e a poluição visual, além de o sistema perturbar o fluxo migratório de aves, como acontece na Espanha", afirma o engenheiro Gilberto Jannuzzi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Outro problema das fontes alternativas é o aspecto econômico: a energia solar, por exemplo, é bem menos impactante que a hidrelétrica, mas custa dez vezes mais e não consegue alimentar o gasto elevado das grandes cidades.


Por causa disso, os ambientalistas defendem a bandeira da redução do consumo. Pelas contas do educador ambiental Sérgio Dialetachi, coordenador da campanha de energia do Greenpeace, daria para economizar 40% da energia produzida no país com três medidas. Primeiro, instalando turbinas mais eficientes nas usinas antigas. Segundo, modernizando as linhas de transmissão e combatendo o roubo de energia. Terceiro, retornando ao comportamento da época do racionamento, em 2001, com equipamentos e hábitos menos gastadores.


Tudo isso evitaria que novas hidrelétricas precisassem ser construídas, protegendo um pouco mais nosso planeta.


Equipe @Terrachamando

Fonte: http://www.terrachamando.com/index.php?option=com_content&view=article&id=62:impacto-ambiental-hidreletrica-energia&catid=73:nelo-monte&Itemid=67&sms_ss=twitter&at_xt=4de6af76fe2aa056,0

Jardim Vertical de Madri

Jardim Vertical de Madri



O primeiro Jardim Vertical da Espanha, desenhado pelo botânico francês Patrick Blanc, decora uma das paredes da sede do edifício Caixa Fórum, em Madri.



O “muro vegetal” de Blanc também está presente em cidades como Paris, Nova York, Bangcoc e Nova Deli, mas o Jardim de Madri é um dos maiores em fachadas sem frestas. A foto abaixo mostra outro Jardim Vertical em Paris.




O Jardim Vertical espanhol ocupa uma área de 460 m² de superficie vegetal e abriga 15.000 plantas de 250 espécies, que ficam presas em um plano vertical, como um grande tapete verde.

Esta “obra viva” foi construída em um bairro movimentado de Madri, bem no Passeo do Prado, próximo do Museu do Prado e funciona como um agente ambiental que combate a poluição do ar e preserva a fachada do prédio dos efeitos do tempo. Além disso, as pessoas que por lá passeiam ficam encantadas com a beleza do Jardim...








Na página do botânico Patrick Blanc é possível ver outras fotos e Jardins:http://www.verticalgardenpatrickblanc.com/



Escrito por Patrícia Campolina Vilas Boas
Blog: http://ecomeninas.blogspot.com/
Facebook: Econexos por Ecomeninas
Twitter: @ecomeninas

Adeus, sacolinha plástica!

Seis alternativas do bem para você se livrar dessa inimiga da natureza, que demora 400 anos (!) para se desfazer - ou seja, prejudica o meio ambiente durante séculos.












SACOLA BIODEGRADÁVEL
MATERIAL - Combinação de plástico derivado do petróleo com cana-de-açúcar, amido de milho ou de mandioca, entre outros. PREÇO - R$ 0,19. À venda nos supermercados de São Paulo a partir de 2012.
SAIBA QUE... - demora de três meses a dois anos para se degradar. O plástico tradicional leva até 400 anos.


{txtalt}
SACOLA RETORNÁVEL
MATERIAL -
TNT ou tecidos à base de algodão.
PREÇO - De R$ 1 a R$ 1,80.
SAIBA QUE... - a empresa Sacola Retornável.com fabrica as sacolas com tecido feito a partir de garrafa pet. O produto tem durabilidade estimada em cinco anos. Como é de tecido, pode ser lavada.

{txtalt}
CARRINHO DE FEIRA
MATERIAL -
Deve ser revestido de PVC, de lona de polietileno ou de tecido.
PREÇO - MÉDIO R$ 53,39.
SAIBA QUE... - segundo João Sanzovo, diretor de sustentabilidade da Apas (Associação Paulista de Supermercados), há um projeto que prevê a criação de um estacionamento para a venda de carrinhos dentro do supermercado.

{txtalt}
BOLSA SUSTENTÁVEL
MATERIAL - Palha de milho.
PREÇO - MÉDIO R$ 27,40.
SAIBA QUE... - a bolsa feita com essa matéria-prima é mais resistente e pode ser reutilizada quantas vezes for necessário. Ela também suja menos do que a sacola de pano. Para limpá-la, você necessita somente de um retalho de pano molhado.

{txtalt}
CAIXA
MATERIAL -
Papelão.
PREÇO - Leve sua caixa de casa ou peça no próprio supermercado.
SAIBA QUE... - os estabelecimentos comerciais estão desenvolvendo uma caixa especial. "Ela terá alça e poderá ser dobrável. Vai ser ótimo para guardar no porta-malas do carro e utilizar sempre que for às compras", diz João Sanzovo, da Apas.

{txtalt}
CESTAS ACOPLÁVEIS

MATERIAL - Plástico polietileno.
PREÇO - MÉDIO R$ 22.
SAIBA QUE... - as cestas podem ser utilizadas várias vezes, mas também podem quebrar. Dica: observe a frequência com que você precisa substituí-la por uma nova. Se isso acontecer em curtos períodos de tempo, mude a tática e escolha outra alternativa sustentável.

ACORDO DO BEM
O governador de São Paulo Geraldo Alckmin, o secretário estadual do meio ambiente Bruno Covas, e o presidente da Apas João Galassi assinaram um acordo que prevê, até o início de 2012, uma revolução nos supermercados: os estabelecimentos deixarão de fornecer sacolas derivadas de petróleo aos clientes. Outras cidades do país já analisam proposta semelhante.

Agradecimentos: leroy merlin interlagos (11/ 5613-2500); maxi caixa (www.maxicaixa.com.br); Sacola Biodegradável (www.sacolabiodegradavel.com.br); Sacola retornável.com (www.sacolaretornavel.com.br); telmo ojeda, professor da área de meio ambiente da universidade Federal do rio grande do Sul; joão Sanzovo, diretor de sustentabilidade da apas

*Andre Penner; Germano Luders; Marcelo Zocchio; Raul Junior; Victor Almeida; e divulgação Leroy Merlin